“Há épocas de tal corrupção, que, durante elas, talvez só o excesso do fanatismo possa, no meio da imoralidade triunfante, servir de escudo à nobreza e à dignidade das almas rijamente temperadas.”
Alexandre Herculano (Lisboa, 28/371810 – Santarém, 13/9/1877)
Escritor, historiador, jornalista, poeta.
