Guerra Junqueiro – Mater

Guerra Junqueiro

Anjo, que sempre enxugaste

Nas horas tristes meu pranto,

Foste tu que me inspiraste

Ao coração este canto;

 

Recebe-o pois, porque é puro,

Porque é teu, de mais ninguém;

Bem sei que é humilde, que é escuro,

Mas aceita-o, minha Mãe.

 

JUNQUEIRO, Guerra, Vozes sem Eco

 

Abílio Manuel Guerra Junqueiro (Freixo de Espada à Cinta, 15 /09/1850 — Lisboa, 07/07/1923)

Poeta, o mais popular da sua época, jornalista, político, licenciado em Direito.

 

There are no comments on this post.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: