Ernesto M. de Melo e Castro – Trabalhar

“(…) para mim, trabalhar o verso, trabalhar a prosa, trabalhar o signo não verbal, quer com meios gráficos convencionais ou com meios tecnológicos avançados, faz parte de um processo total que eu chamo poiésis, isto é, a produção do artefato, a produção do objeto, mas do objeto novo, evidentemente. E é justamente nesta inovação, ou nos aspetos transgressivos em relação às normas estabelecidas para a produção de versos, de poemas em prosa ou até mesmo de poemas visuais, é na transgressão que, para mim, se encontra o ponto crucial dessa produção”. E. M. de Melo e Castro, 2001

In Revista  Texto Digital, 2006

Ernesto M. de Melo e Castro (Covilhã, 19/04/1932 – São Paulo, 29/08/2020)
Poeta, crítico, ensaísta, professor universitário, artista plástico licenciado em Engenharia Têxtil, detentor de: Grande Prémio de Poesia Inaset – Inapa, 1990 e Prémio Jacinto do Prado Coelho, 1995.

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